The fall and rise of Palm
Postado em 18 de agosto de 2008
Categorizado como Gadgets, Mobilidade |
Agora é fato: vou estar me desligando um pouco do desenvolvimento para web com scripting e pular de cabeça na programação mobile, java (estou ralando nesse momento para tirar minha primeira certificacão JAVA) e manter o blog (acreditem, isso não é promessa de político … hahaha) atualizado … apesar de achar que posso achar um template do WP mais bacana ou ter saco pra customizar um.
A alguns anos debateu-se a falência breve e vindoura da Palm. Para que não está interado, antigamente Palm era sinônimo de empresa de vanguarda em computação móvel e PDAs. Várias empresa (HP, Dell e são exemplos clássicos) tentaram, mas nenhuma obteve talvez a visibilidade e esse “sinônimo” de “organizador pessoal móvel”.
Mais que um organizador móvel, a Palm saltou aos olhos aos olhos de desenvolvedores de soluções comerciais (principalmente de força de vendas) por dois detalhes pra lá de significativas: o preço acessível (em comparação com a maioria dos outros PDAs de sua época) e um SO que aceitava muitas possibilidades de linguagens para desenvolvimento.
Será que vale a pena ainda desenvolver para essa plataforma num mundo de aplicacões online e 3G ?
A resposta posivelmente seja: vale sim. E muito!
A Palm passou por um momento muito delicado e obscuro em sua história a algum tempo atrás: entre entusiastas do Windows Mobile, Symbian e outros que, aliadas aos aparelhos agora GPRS/GSM/1xrtt e tecnologias afins de permitiam acesso à internet sem periféricos externos como a maioria dos Palms exigia ao impacto que isso trazia no sentido da “nova computação móvel”, apresentavam um belo novo mundo, a Palm se perdia entre tentativas frustradas de “voltar ao topo” e toda a pressão de um mercado “main stream” que brandia essa nova “necessidade essecial” de unir ao poder do PDA funções de telefone e unir tudo isso num aparelho apenas.
Isso me fez investir num Qtek 9100 da HTC: o fato de ter de andar com meu Palm Tungsten E com endereços, compromissos e afins e ter que “consulta-lo” para ligar para alguem do celular me deixavam P da vida. O Qtek me abriu num novo mundo de possibilidades, tanto de organização pessoal quanto de plataforma de desenvolvimento.
Lembrei do FOLEO, acredito que a maior tentativa frustrada da Palm em emplacar algo inovador, mas que antes mesmo de ser lançado foi considerado obsoleto e nem foi posto no mercado. O conceito era estranho: qual a necessidade ultraportátil se com seu preço dava para comprar um notebook muito mais aberto e funcional ?
Mas isso é a ponta do iceberg. No meio do bombardeio da mídia pisando no calo, investidas em publicidade de seuas concorrentes e a blogosfera (especializada ou não) metendo o pau indo atrás “da onda”, a Palm continuava vendendo e se re-estruturando.
No Brasil, como sabemos, nada segue as tendências lá de fora em “tempo real”: afinal, tudo chega por último aqui praticamente. E acredito que a maioria das coisas não devem ser encaradas como realidade, principalmente quando vc lê em sites especializados que vivem uma realidade completamente diferente da nossa: tanto tecnológica quanto econômica.
E cá temos a Palm Brasil: a automação comercial no Brasil, a pleno vapor, ainda adota essa plataforma como possibilidade de economia em custo inicial e manutenção. O tamanho pequeno dos programas unidos a relativa memória necessária de armazenamento para um programa de força de vendas médio (o Zire22 tem 32 mega de memória, o que dá e sobra para a grande maioria dos casos) e o pequeno valor de um PDA da Palm (o Zire22 custa em torno de 400 reais) é um prato cheio para implementação de uma solução para micro, pequenos e até médios atacadistas.
No ambiente pessoal, o Palm Centro chegou para ficar. Aos aficcionados pela Palm, com ele o Treo concerteza vai pro espaço. Tela touchscreen e o melhor … aquela KCETADA de aplicativos. A grande maioria, pode ter certeza, voltada para produtividade e organização pessoal e não apenas pra encher linguiça.
No fim das contas, só fica a certeza que a Palm não vai embora dessa vez … e que fique mais um booom tempo. Sim! Eu sou um entusiasta da Palm!
hehehe
Simbora.
Comentários
Uma resposta to “The fall and rise of Palm”
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Eu ainda não tenho um PDA, mas quaaase estive a ponto de comprar um. Da Palm. Sim, não adianta, eles não vão embora não.
bjs